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CVM ouvirá Tullet Prebon sobre acusação de insider trading da Petrobras (PETR4)

  • Foto do escritor: Diogenes Régis
    Diogenes Régis
  • 12 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

O pedido da Abradin, associação que representa investidores minoritários, para que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investigasse um operador por insider trading com ações da Petrobras (PETR4) deu resultado.

Nesta segunda-feira (8), haverá uma reunião entre a CVM e a corretora Tullet Prebon, de onde partiu a operação considerada suspeita. A gestora responsável pela operação que rendeu lucro de R$ 18 milhões com a “informação privilegiada” também será ouvida pelo órgão.

De acordo com informações do Estadão, o foco da primeira oitiva será identificar se tal gestora faz de forma regular operações em Bolsa de Valores com opções e se costuma operar com as opções da Petrobras.

O objetivo é observar se a gestora se desfez do contrato no dia seguinte à live de Jair Bolsonaro, informando que algo aconteceria na Petrobras, ou se levou o papel até o fim do contrato, no dia 22.

Se o contrato foi mantido até segunda-feira, pode provar que a gestora realmente teve informação privilegiada. Caso contrário, ela pode argumentar que se desfez antes porque não tinha informações que a incentivassem a fazer a transação, que agora passa pelo escrutínio do regulador.




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